O Conselho de Ministros aprovou formalmente o aumento da retribuição mensal, no valor já assumido pelo executivo na proposta do Orçamento do Estado para 2026. A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, anunciou esta decisão após uma reunião “muito construtiva” com a União Geral dos Trabalhadores (UGT) sobre o pacote laboral, que ocorreu após a greve geral. Além disso, a ministra admitiu uma aproximação de posições para chegar a um consenso sobre a reforma na Concertação Social.
Este é um passo importante na valorização dos trabalhadores portugueses e na construção de um país mais justo e equitativo. O aumento da retribuição mensal irá beneficiar milhares de trabalhadores e suas famílias, garantindo uma maior estabilidade financeira e um aumento do poder de compra.
O valor do aumento já havia sido assumido pelo governo na proposta do Orçamento do Estado para 2026, mas agora torna-se oficial com a aprovação pelo Conselho de Ministros. Esta medida é fruto de uma gestão responsável e comprometida com o bem-estar dos cidadãos, que tem sido a marca do atual governo.
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, também teve uma reunião com a UGT sobre o pacote laboral, após a greve geral que ocorreu no passado mês de novembro. A greve foi convocada pela UGT e teve uma adesão significativa, demonstrando a insatisfação dos trabalhadores com as políticas laborais em vigor.
No entanto, a reunião foi descrita como “muito construtiva” pela ministra, que destacou uma aproximação de posições entre o governo e a UGT. Esta aproximação é um sinal positivo de que é possível chegar a um consenso sobre a reforma na Concertação Social, que tem sido um tema controverso e gerado tensões entre os parceiros sociais.
A reforma na Concertação Social visa modernizar e tornar mais equilibradas as relações laborais em Portugal, promovendo a valorização dos trabalhadores e a competitividade das empresas. É um processo complexo e que exige um diálogo aberto e construtivo entre todas as partes envolvidas.
A aproximação de posições entre o governo e a UGT é um sinal de que ambas as partes estão comprometidas em encontrar soluções que beneficiem tanto os trabalhadores como as empresas. É fundamental que se continue a trabalhar em conjunto para alcançar um consenso que seja benéfico para o país e para a economia.
O aumento da retribuição mensal e a aproximação de posições na reforma laboral são medidas que demonstram o compromisso do governo em melhorar as condições de vida dos trabalhadores e promover um ambiente laboral mais justo e equilibrado. Estas medidas não só beneficiam os trabalhadores, mas também contribuem para o crescimento e desenvolvimento do país.
É importante ressaltar que o aumento da retribuição mensal não é apenas uma medida isolada, mas faz parte de um conjunto de políticas e medidas que têm sido implementadas pelo governo para promover o crescimento económico e a criação de emprego. Desde o início do mandato, o governo tem se empenhado em criar uma economia mais forte e sustentável, que coloque as pessoas em primeiro lugar.
Em suma, a formalização do aumento da retribuição mensal e a aproximação de posições na reforma laboral são sinais positivos de que estamos no caminho certo para um país mais justo e equilibrado. O governo continua comprometido em trabalhar em prol do bem-estar dos cidadãos e em promover um ambiente laboral mais justo e competitivo. É tempo de valorizar os trabalhadores e construir um país mais próspero e justo para todos








