O mercado de criptomoedas está em constante evolução, trazendo cada vez mais investidores e fundos para esse universo. Porém, nos últimos meses, o Bitcoin sofreu uma queda significativa em seu valor, levando junto com ele alguns fundos que investem em moedas digitais. Mas, apesar do derretimento do Bitcoin, um estudo realizado pela Elos Ayta mostrou que a maioria dos fundos que investem em criptomoedas são do tipo ETFs, que reproduzem índices, o que minimiza os riscos para os investidores.
De acordo com a pesquisa, dos 50 fundos de criptomoedas existentes no mercado brasileiro, 43 são ETFs, enquanto os outros 7 são fundos multimercados e de previdência. Isso demonstra que a maioria dos investidores opta por uma forma mais segura de investir em criptomoedas, através de fundos que acompanham o desempenho de um índice específico.
Os ETFs são fundos de investimento que buscam replicar a performance de um índice de referência, como por exemplo o Bitcoin. Dessa forma, o investidor tem a oportunidade de investir em criptomoedas sem a necessidade de adquirir as moedas diretamente, o que pode ser uma opção mais acessível e prática para muitos investidores.
Além disso, os ETFs também oferecem uma diversificação maior em relação às criptomoedas, já que normalmente acompanham um índice composto por diversas moedas digitais. Isso diminui os riscos de volatilidade e perdas significativas em caso de queda no valor de uma única moeda.
Já os fundos multimercados e de previdência, apesar de estarem presentes em menor quantidade no mercado de criptomoedas, também oferecem uma estratégia de investimento mais diversificada, podendo incluir outros ativos além das moedas digitais. Isso pode ser uma opção interessante para investidores que buscam uma maior proteção em relação às oscilações do mercado.
Apesar da queda no valor do Bitcoin, a pesquisa da Elos Ayta mostrou que os fundos de criptomoedas tiveram um desempenho positivo no ano de 2020, com uma média de rentabilidade de 25,5%. Isso demonstra que, mesmo com a volatilidade do mercado de criptomoedas, é possível obter bons resultados ao investir em fundos que acompanham o desempenho das moedas digitais.
Além disso, é importante ressaltar que a queda no valor do Bitcoin não é um fenômeno isolado, mas sim uma tendência natural do mercado. Assim como qualquer outro investimento, as criptomoedas estão sujeitas a variações de preço, mas isso não significa que seu potencial de valorização seja menor. Pelo contrário, muitos especialistas acreditam que o Bitcoin e outras moedas digitais ainda têm muito espaço para crescer e se consolidar no mercado.
Outro fator que pode ter influenciado na queda do Bitcoin é a pandemia do coronavírus, que afetou a economia global e pode ter gerado uma aversão ao risco por parte dos investidores. Porém, com a retomada da economia e a maior aceitação das criptomoedas como forma de pagamento, é possível que o valor do Bitcoin e outras moedas digitais se recupere e continue sua trajetória de crescimento.
Portanto, é importante que os investidores não se deixem abalar pela queda no valor do Bitcoin e continuem atentos às oportunidades de investimento no mercado de criptomoedas. Com a diversificação e o acompanhamento de um índice através dos ETFs, é possível obter bons resultados e minimizar os riscos nesse mercado em constante evolução.
Em resumo, apesar do derretimento do Bitcoin,








