O Brasil e o mundo têm enfrentado um grande desafio nos últimos anos: a pandemia da COVID-19. Desde o seu surgimento, em dezembro de 2019, na cidade de Wuhan, na China, o vírus se espalhou rapidamente pelo mundo, causando milhões de mortes e afetando a vida de bilhões de pessoas.
Apesar dos esforços de governos e organizações de saúde, a doença ainda não foi controlada e continua a ser uma ameaça constante. E essa realidade não passou despercebida pelo escritor best-seller John Green, que decidiu abordar o tema em seu novo livro.
Intitulado “A Doença do Século”, o livro de Green é uma obra de ficção que retrata a vida de uma adolescente que contrai a COVID-19 e precisa lidar com as consequências da doença. A história se passa em um futuro próximo, em um mundo onde a pandemia ainda não foi controlada e as pessoas vivem em constante medo.
O livro de Green é uma reflexão sobre a realidade que estamos vivendo e como a doença afeta a vida das pessoas de diferentes maneiras. Além disso, o autor também aborda questões como a desigualdade social e o papel da ciência e da tecnologia no combate à pandemia.
Mas por que um escritor de ficção decidiu abordar um tema tão atual e delicado? Segundo Green, a pandemia da COVID-19 é um evento histórico que precisa ser registrado e discutido. Além disso, ele acredita que a literatura pode ser uma forma de processar e entender melhor o que estamos vivendo.
E Green não está sozinho nessa visão. Outros escritores também têm abordado a pandemia em suas obras, como é o caso de Stephen King, que lançou o livro “A Praga” em 2020, e de Margaret Atwood, que incluiu uma pandemia em seu livro “O Ano do Dilúvio”, lançado em 2009.
Mas além de ser uma forma de registrar a história, a literatura também pode ser uma ferramenta poderosa para conscientizar as pessoas sobre a importância de seguir as medidas de prevenção e combate à COVID-19. Através das histórias e personagens, os leitores podem se identificar e entender melhor a gravidade da situação.
No entanto, apesar de todo o esforço de escritores e artistas em abordar a pandemia, a realidade é que ainda não conseguimos domar a doença. O Brasil, por exemplo, é um dos países mais afetados pela COVID-19, com milhões de casos e centenas de milhares de mortes.
E isso se deve, em grande parte, à falta de uma resposta efetiva por parte do governo. A negação da gravidade da doença, a falta de investimentos em saúde e a falta de coordenação entre os diferentes níveis de governo contribuíram para a disseminação do vírus e o aumento do número de mortes.
Além disso, a desigualdade social também é um fator que agrava a situação. Enquanto algumas pessoas têm acesso a tratamento de qualidade e condições adequadas para se protegerem da doença, outras não têm sequer acesso a água e saneamento básico, o que dificulta a adoção das medidas de prevenção.
Mas apesar de todos os desafios, é importante lembrar que a pandemia não é eterna. Com o avanço da vacinação e a adoção de medidas de prevenção, é possível controlar a doença e voltar à normalidade. E é nesse ponto que a literatura pode ser uma aliada.
Ao abordar a pandemia em suas obras, os escritores também mostram que é possível superar esse momento difícil. Eles nos lembram que, apesar de todas as perdas e dificuldades, ainda há esperança e que juntos podemos vencer essa batalha.
Portanto








