Duas escritoras talentosas e inspiradoras foram as grandes vencedoras do prémio literário Women’s Prize deste ano. Yael van der Wouden e Rachel Clarke foram premiadas nas categorias de ficção e não-ficção, respetivamente, em uma cerimônia emocionante realizada hoje pela organização do galardão.
O Women’s Prize, anteriormente conhecido como Orange Prize, foi criado em 1996 com o objetivo de celebrar e promover a excelência na literatura escrita por mulheres. Desde então, tem sido um dos prémios literários mais prestigiados do mundo, reconhecendo o talento e a diversidade de vozes femininas na literatura.
Este ano, o prémio de ficção foi concedido a Yael van der Wouden por seu romance “O Canto dos Pássaros”, uma história envolvente sobre amor, perda e redenção. A autora, que nasceu na Holanda e atualmente vive no Reino Unido, ficou emocionada ao receber o prémio e agradeceu a todas as mulheres que a inspiraram a escrever.
“Estou profundamente honrada e grata por receber este prémio. Quero dedicá-lo a todas as mulheres que me ensinaram a importância de contar nossas histórias e acreditar em nossas vozes”, disse Yael van der Wouden em seu discurso de aceitação.
Já na categoria de não-ficção, o prémio foi para Rachel Clarke por seu livro “A Morte é um Dia que Vale a Pena Viver”, uma obra tocante e corajosa que aborda a questão da morte e do cuidado paliativo. Clarke, que é médica e trabalha no sistema de saúde pública do Reino Unido, dedicou o prémio a todos os profissionais de saúde que lutam diariamente para cuidar dos pacientes.
“Este prémio é para todos os meus colegas que trabalham incansavelmente para proporcionar cuidados de qualidade aos pacientes. Espero que meu livro possa trazer mais compreensão e empatia para a questão da morte e do cuidado paliativo”, afirmou Rachel Clarke.
Além das duas vencedoras, outras quatro escritoras foram finalistas do prémio deste ano: Patricia Lockwood, Raven Leilani, Claire Fuller e Susanna Clarke. Todas elas receberam elogios da organização do Women’s Prize por suas obras excepcionais e por contribuírem para a diversidade e a qualidade da literatura feminina.
A presidente do júri deste ano, Bernardine Evaristo, também destacou a importância do prémio em promover a igualdade de gênero na literatura. “O Women’s Prize é uma plataforma fundamental para destacar e celebrar o trabalho de escritoras talentosas e diversificadas. Estamos honradas em reconhecer o trabalho de Yael van der Wouden e Rachel Clarke, duas vozes poderosas que merecem ser ouvidas”, afirmou Evaristo.
O prémio literário Women’s Prize é uma vitrine para o talento feminino na literatura e tem o poder de inspirar e empoderar mulheres em todo o mundo. As obras premiadas deste ano, assim como as de todas as finalistas, são exemplos de como a literatura pode ser uma ferramenta poderosa para promover a igualdade e a diversidade.
Parabéns a Yael van der Wouden e Rachel Clarke por suas conquistas e por nos presentearem com histórias tão impactantes e relevantes. Que seus livros continuem a inspirar e a emocionar leitores de todas as idades e gêneros. E que o Women’s Prize continue a ser uma voz importante na luta pela igualdade e pelo reconhecimento das mulheres na literatura.








