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Alaíde Costa lança álbum 'Meu vício na dor de amar demais'

Alaíde Costa lança álbum inédito 'Meu vício na dor de amar demais' em novembro. Terceiro da trilogia com composições de Guilherme Arantes, Nando Reis e Adriana...

Alaíde Costa lança álbum 'Meu vício na dor de amar demais'
Imagem: g1.globo.com. Uso informativo; os direitos pertencem ao seu titular.

Alaíde Costa apresenta novo projeto musical com repertório inédito

A cantora Alaíde Costa marca presença na cena musical brasileira com o lançamento de seu novo álbum intitulado 'Meu vício na dor de amar demais'. Este projeto, gravado ao longo de 2026, será disponibilizado em novembro, próximo ao momento em que a artista completará 91 anos. O álbum 'Meu vício na dor de amar demais' representa a conclusão de uma trilogia musical idealizada especialmente para Alaíde Costa pelos produtores Marcus Preto e Emicida.

A trilogia musical de Alaíde Costa chega ao seu terceiro capítulo

O projeto fonográfico 'Meu vício na dor de amar demais' integra uma série de três álbuns que vêm consolidando a trajetória artística de Alaíde Costa nos últimos anos. Anteriormente, a cantora lançou 'O que meus calos dizem sobre mim' em 2022 e 'E o tempo agora quer voar' em 2024. Esses projetos estabeleceram um diálogo contínuo entre a experiente intérprete e compositores contemporâneos da música brasileira, mantendo viva a essência lírica que caracteriza a carreira de Alaíde Costa.

Composições originais e colaborações de destaque

O álbum 'Meu vício na dor de amar demais' apresenta como faixa-título uma composição criada especialmente por Guilherme Arantes em parceria com Nando Reis. Esta escolha reflete o intuito de homenagear a sensibilidade emocional que permeia todo o trabalho. Além desta importante contribuição, o projeto incorpora composições inéditas de renomados compositores brasileiros.

Entre as novas músicas do álbum destaca-se um samba-canção de autoria de Adriana Calcanhotto, intitulado 'A falta que não me faz'. Esta faixa exemplifica o cuidado na seleção de repertório que respeita tanto o histórico artístico de Alaíde Costa quanto oferece perspectivas contemporâneas. A diversidade de estilos e propostas criativas contribui para a riqueza musical do trabalho.

Processo de produção e equipe musical envolvida

As gravações do álbum 'Meu vício na dor de amar demais' ocorreram nas dependências do estúdio Da Pá Virada, localizado em São Paulo, no estado de São Paulo. Esta escolha de local reflete a importância atribuída à qualidade técnica e ao ambiente propício para a criação artística de alto nível.

A instrumentação do projeto contou com a participação de músicos experientes e respeitados na cena musical brasileira. O baixista Fábio Sá contribuiu com sua expertise rítmica, enquanto o violonista Leo Mendes trouxe a delicadeza necessária para acompanhar as interpretações vocais de Alaíde Costa. O baterista Pupillo completou a formação da base rítmica, oferecendo sustentação sólida ao arranjo musical geral.

Os arranjos de cordas e metais receberam especial atenção, sendo orquestrados pelo renomado trombonista Antonio Neves. A inclusão destes elementos orquestrais confere ao álbum 'Meu vício na dor de amar demais' uma textura sonora sofisticada, alinhada com o estilo interpretativo que Alaíde Costa desenvolveu ao longo de sua extensa carreira.

Apoio financeiro e viabilização do projeto

O álbum 'Meu vício na dor de amar demais' pôde ser realizado graças ao suporte oferecido pelo edital da Natura Musical, programa que apoia a produção de projetos musicais de relevância cultural. Este financiamento possibilitou a contratação dos profissionais envolvidos, o aluguel do estúdio e todos os recursos técnicos necessários para garantir a qualidade do resultado final.

Perspectivas futuras para o trabalho de Alaíde Costa

Com o lançamento previsto para novembro, o álbum 'Meu vício na dor de amar demais' encerra a trilogia planejada inicialmente por Marcus Preto e Emicida para Alaíde Costa. Este projeto representa uma continuidade significativa no reconhecimento da importância histórica da cantora para a música brasileira, estabelecendo pontes entre seu legado e criadores contemporâneos. A proximidade do lançamento com seu aniversário de 91 anos confere ao momento uma dimensão adicional de celebração artística e pessoal.

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